
Bosch, como é conhecido, pertence ao período do Renascimento simplesmente porque nasceu e trabalhou nesse período, mas foi um pintor fora de seu tempo. Nasceu por volta de 1450 no sul da Holanda.
Foi perseguido pela Inquisição sob acusação de pertencer a uma das seitas que na época, se dedicavam às ciências ocultas, reunindo conhecimentos sobre alquimia e sonhos.
O certo é que em suas obras aparecem as influências do Apocalipse, em decorrência dos excessos cometidos pela humanidade, surgidos ao redor de 1500, séc. XVII.
Serviu-se de todas as técnicas de cor, luz e sombra do Renascimento, mas sua temática foi baseada na mente e comportamentos humanos. Sua pintura mergulhou na alma humana. Esses temas só foram abordados por outros pintores muito mais tarde, no início do século XX.
Bosch criou uma série de composições, fantásticas e diabólicas em que apresentou, um tom satírico e moralizante, os pecados e os medos de cunho religioso da época, do homem da idade média.
Muitas de suas obras são meio-humanas, meio-animais, demônios mesclados com figuras humanas num ambiente imaginário. Suas figuras representam o mal, as tentações, obras alegóricas de textos bíblicos, a cobiça do ser humano e suas conseqüências. Seu Universo era habitado por monstros, mulheres deformadas, padres tarados, massas delirantes e descontentes.
A exuberância fantasiosa de Bosch fez com que os surrealistas aclamassem Bosch como um dos precursores do surrealismo. Há quem diga que Bosch era louco, com imagens do inconsciente altamente demoníaca. Nada disso, foi um mestre das tintas que só pintou o inconsciente humano, tal qual ainda é.
Muitas de suas obras foram destruídas e queimadas por motivos religiosos, porém cerca de 40 obras genuínas ainda sobrevivem, mas poucas datadas, e não há como estabelecer uma cronologia precisa.
O Jardim das Delícias, obra em três painéis (tríptico), descreve a criação do mundo; as abas laterais representam o céu e o inferno, enquanto a central mostra homens e mulheres nus numa enorme luxúria, deleitando-se em prazeres eróticos.
Foi perseguido pela Inquisição sob acusação de pertencer a uma das seitas que na época, se dedicavam às ciências ocultas, reunindo conhecimentos sobre alquimia e sonhos.
O certo é que em suas obras aparecem as influências do Apocalipse, em decorrência dos excessos cometidos pela humanidade, surgidos ao redor de 1500, séc. XVII.
Serviu-se de todas as técnicas de cor, luz e sombra do Renascimento, mas sua temática foi baseada na mente e comportamentos humanos. Sua pintura mergulhou na alma humana. Esses temas só foram abordados por outros pintores muito mais tarde, no início do século XX.
Bosch criou uma série de composições, fantásticas e diabólicas em que apresentou, um tom satírico e moralizante, os pecados e os medos de cunho religioso da época, do homem da idade média.
Muitas de suas obras são meio-humanas, meio-animais, demônios mesclados com figuras humanas num ambiente imaginário. Suas figuras representam o mal, as tentações, obras alegóricas de textos bíblicos, a cobiça do ser humano e suas conseqüências. Seu Universo era habitado por monstros, mulheres deformadas, padres tarados, massas delirantes e descontentes.
A exuberância fantasiosa de Bosch fez com que os surrealistas aclamassem Bosch como um dos precursores do surrealismo. Há quem diga que Bosch era louco, com imagens do inconsciente altamente demoníaca. Nada disso, foi um mestre das tintas que só pintou o inconsciente humano, tal qual ainda é.
Muitas de suas obras foram destruídas e queimadas por motivos religiosos, porém cerca de 40 obras genuínas ainda sobrevivem, mas poucas datadas, e não há como estabelecer uma cronologia precisa.
O Jardim das Delícias, obra em três painéis (tríptico), descreve a criação do mundo; as abas laterais representam o céu e o inferno, enquanto a central mostra homens e mulheres nus numa enorme luxúria, deleitando-se em prazeres eróticos.
Juizo Final
Algumas obras:
- A Tentação de Santo Antão
- O Jardim das Delícias
- O Carro de Feno
- A Nave dos Loucos
- O Jardim das Delícias
- O Carro de Feno
- A Nave dos Loucos
- A Epifania
- O último Julgamento
- Mesa dos Pecados Capitais
- A Extração da Pedra da Loucura
- São Judas Batista no Deserto.
- A Crucificação
- Selos flamengos
e outros.
Faleceu em sua cidade natal em 1516.
- O último Julgamento
- Mesa dos Pecados Capitais
- A Extração da Pedra da Loucura
- São Judas Batista no Deserto.
- A Crucificação
- Selos flamengos
e outros.
Faleceu em sua cidade natal em 1516.
22 comentários:
Olá Tais, saudades de ti menina!
Que aula hein! Eu não conhecia este pintor, muito interessante sua história e as pinturas são belíssimas!
Amiga o Devaneios esta completando um ano e estou fazendo minha primeira blogagem coletiva para comemorar.
Gostaria muito que você participasse,o tema é nobre e com sua sabedoria e sensibilidade, suas ideias e opinões farão a diferença.
Vem comigo nesta festa linda, ficarei honrada com tua presença!
Beijo na alma querida e fique com Deus...
Se eu nao conhecesse o trabalho de Bosch, por um momento poderia dizer que se tratava de Dalí.
Parabéns pelo blog!!
Precursor, um homem tão à frente de seu tempo, como os gênios o são. Gostei muito deste espaço também, lindas imagens, um texto didático, um serviço à arte. Virei mais vezes, também.
Grande abraço, Tais.
Realmente foi um pintor que revolucionou seu tempo, e com isso foi prejudicado, pela ignorância das mentes atrasadas da época.
Bosch deu ínicio a um tipo de pintura até então "desconhecida", fora dos padrões estabelecidos, e reconhecidos pelos olhos humanos... de repente colocou em suas telas não aquilo que temos como real, mas aquilo que ele via com os olhos dele, onde falava da angústia, medo,uma mescla de humano-animal, figuras deformadas, enfim o nascimento de um movimento até então não falado o "surrealismo" - onde buscou e representou a alma humana com maestria...pena que não tenha sido reconhecido por isso em sua época.
ótima postagem, parabéns!!!
Bjos.
Waleria.
Olá Tais,
Captar os mais variados e polêmicos temas, não é para qualquer um, ele tinha uma sensibilidade muito aguçada. Estou aprendendo muito aqui, você dá uma aula mesmo, estou gostando de ler seus artigos. Uma boa noite e um ótimo domingo!
Magnífico o teu blog, sou apaixonado por Bosch. Parabéns!
Tais Luso
Como é bom vir aqui e alimentar a alma de conhecimentos.
Já percebeste que todos os heróis, e pessoas de expressão, são tidas como loucas, e acabam morrendo em condições trágicas.
Belíssimas as Obras do Mestre Bosch.
Um precursor das artes, e que bem pode antever os acontecimentos futuros.
Durante os 66 anos de vida, realizou valiosos trabalhos e que se mantiveram intactos até hoje.
E de 1450 aos dias atuais, muita coisa não mudou ...piorou.
Tempos cruéis da inquisição.
Eu, com toda certeza, não teria escapado de ser queimada naquelas fogueiras por vários motivos.
Virei mais vêzes visitá-la.
Muitos beijos
oiii
tudo bem?
obrigado por visitar meu blog e comentar
gostei do seu, e não conhecia nada sobre ele, gostei das obras.
bjs
MARAVILLOSAS OBRAS,UN GENIO DE UNA EPOCA NEFASTA.
SIGUE SIENDO UN GENIO,DE ESTA EPOCA....
MI SALUDO DESDE ARGENTINA,LILIANA
Não conhecia Bosch e a sua obra e fiquei deliciada pela côr e pelos próprios temas. Pagou por estar muito á frente do seu tempo...mas não é sempre assim?
O te blog, cada vez é mais sensacional!Parabens!
beijo
Graça
Oi Taís
Depois de um período de férias de verão retorno ao teu espaço com saudades de ler teus artigos que nos enriquecem e alimentam a alma.
Parabéns querida!
Bjs
Lindona! Vim saborear um pouco dessa cultura.
Bjkas, minha querida!
Taís, vim aprender contigo um pouco de artes.
E é sempre positivo passar aqui.
Tais, primeiro agradeço seu carinho lá no Blog, sempre bem vinda.
Quanto ao seu cantinho cultural, vou só sabotar seus conhecimentos, e enriquecer-me culturalmente!
Comentar ainda não me atrevo.
Linda noite.
Beijinho.
Oi Taís,
Visitar-te no sábado a noite é um programa excelente!
Conheço Bosch e gosto da sua magia,fábula,atmosfera onírica.
Interessantíssimo.Excelente escolha !
Com admiração
Cris
Apareça.
Oi podem ir através do meu blog para receber um prêmio em Criatividade e imaginação são fotos de José Ramón
Obrigado pelo elogio ao meu blog Tais. Retribuo o carinho dizendo que estou ansioso por novos posts de seu blog!! Um abraço!
Interessante, sendo que bem foi imaginativo e transcresor...
Fique com Deus, menina Tais Luso.
Um abraço
Sem dúvida, Bosch, foi um Mestre além do seu tempo, pois saiu da "Era da Escuridão" como foi denominada a Idade Média; Deixo um miniconto que escervi sobre a alquimia. espero que gostes. Abraços Poéticos Piracicabanos da Ana Marly de Oliveira jacobino
Alquimia (miniconto)
Rolando acorda e dorme no seu laboratório. Aparelhos, instrumentos, vidraria, reluziam aos olhos do alquimista. Não seria quimíco? “Não! Não! Sou um alquimista. Pesquiso a fórmula do elixir da Imortalidade.” A busca se torna constante, depois que, Rolando compra em uma feira de antiguidade um velho pergaminho. Escritos alquímicos!Mesmo com a falta de um pedaço da parte inferior, ali estão os caracteres sobre o óleo de Dippel. “Vou descobrir e doar vida para os mortais.” Seus escritos codificados não podem ser compreendidos. A transmutação tomou conta da sua cabeça. O nada absoluto o assombra. A busca é interminável. A transmutação acontece. Encostado na pedra filosofal Rolando se transforma em uma pepita de ouro gigante.
Grato por eternizar este grande artista. Pena o artista não ser eterno e este "merece".
Merece esta nossa atenção.
Beijo
O Fanzine Episódio Cultural é uma publicação bimestral (Machado-MG/Brasil) sem fins lucrativos distribuído gratuitamente em várias instituições culturais. De acordo com o editor e poeta mineiro Carlos Roberto de Souza (Agamenon Troyan), “o objetivo é oferecer um espaço gratuito para que escritores, poetas, atores, dramaturgos, artistas plásticos, músicos, jornalistas... possam divulgar a sua arte”.
O non sense das obras de Bosch é fascinante. Abraços, JAIR.
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