3 de dezembro de 2008

MOVIMENTO POP-ART



Pop-art foi o movimento que floresceu no final da década de 50 até o início da década de 70, principalmente na Grã-Bretanha e Estados Unidos, baseando-se no consumismo e na cultura popular. Utilizando os próprios objetos, em vez de representá-los plasticamente, os pop-artists, lançaram novo realismo. No entanto este realismo feito com a própria realidade adquire poderes transfiguradores, não só pelo deslocamento dos objetos de suas finalidades lógicas na vida prática, revestindo-se de valores práticos na composição como ainda pelas associações de idéias que suscitam no espírito do contemplador, como ocorre no realismo visual dos surrealistas figurativos.

Os recursos que usavam em suas composições eram semelhantes ao temas, símbolos e os produtos industriais que usavam para a comunicação em massa: Lâmpadas, dentifrícios, automóveis, eletrodomésticos, enlatados e até as imagens de grandes artistas norte-americanos, como no caso de Marilyn.

A Pop-art procurava expressar a realidade do momento, da vida das pessoas no seu aspecto puramente simples e dominada pela indústria e tecnologia. Sob novas modalidades carregavam demais agressivas sugestões, desde o lirismo ao humor negro e à sátira social. A Pop-art tem as suas raízes nas colagens dadaístas.

Andy Warhol 1928 / 1987. O ícone da arte pop, Andy consagrou-se com o retrato repetido à exaustão, de Marilyn Monroe. Não havia imagem melhor para consagrá-lo e eternizar a bela Marilyn. Warhol deu continuidade o que Duchamp fizera 40 anos antes levando ao museu ‘A Fonte’, um urinol como objeto de arte.

Com várias nuances de cor, Marilyn virou coqueluche. A pop art começou com a apropriação de objetos que, para surtir efeito precisava multiplicar-se, nos mesmos moldes da publicidade, da imprensa e da indústria das celebridades. Este era um dos segredos.

Andy Warhol, Roy Lichtenstein, Rauschemberg, Jarspers Johns, Larry Rivers, Borie Lurie, Peter Blake, Wayne Thiebaud e James Rosenquist são nomes que integraram este movimento. Não tem dúvida que veio para revolucionar as artes, como também trazer polêmica.