auto-retrato no Bugatti verdeTamara nasceu em Varsóvia, em 1898 com o nome de Maria Górska. Passou a chamar-se Tamara de Lempinka ao chegar em Paris após a Revolução Russa, em 1917. Nascida em uma família rica – filha de pai advogado e mãe socialite, Tamara pode freqüentar a noite parisiense nos anos 1920 tornando-se amiga de Picasso, D'Annunzio, Greta Garbo, André Gide e Jean Cocteau.
Em 1916 casou-se com o advogado Tadeusz Lempicka, em São Petersburgo, Rússia. Durante a Revolução Russa - 1917 -, seu marido foi preso pelos bolcheviques, porém com a intervenção de Tamara foi liberado.
Seu auto-retrato em um Bugatti verde, com luvas e capacete tornou-se uma de suas obras mais conhecidas; uma das maiores expoentes da art déco.
Tamara estudou sob a tutoria de Maurice Denis e André Lhote onde rapidamente desenvolveu um estilo único, conhecido como de vanguarda da art déco, definido por alguns como um leve cubismo.
Em 1918, estudou pintura na Académie de la Grand Chaumière, tornando-se discípula do pós-impressionista Maurice Denis e do neocubista André Lhote.
Tamara era bela, emancipada, moderna e escandalosa. Seus casos - era bissexual -, causavam escândalo, pois não fazia questão de esconder seu envolvimento com mulheres em círculos de artistas e escritores, como Violet Trefusis, Vita Sackville-West e Colette.
Tadeusz e Tamara separaram-se em 1927 e divorciaram-se no ano seguinte.
Sua vida inclinada aos amigos, amantes, a uma certa devassidão e também a sua filha Kizette - com quem nunca teve um bom relacionamento - fazem parte de suas telas.
Em 1916 casou-se com o advogado Tadeusz Lempicka, em São Petersburgo, Rússia. Durante a Revolução Russa - 1917 -, seu marido foi preso pelos bolcheviques, porém com a intervenção de Tamara foi liberado.
Seu auto-retrato em um Bugatti verde, com luvas e capacete tornou-se uma de suas obras mais conhecidas; uma das maiores expoentes da art déco.
Tamara estudou sob a tutoria de Maurice Denis e André Lhote onde rapidamente desenvolveu um estilo único, conhecido como de vanguarda da art déco, definido por alguns como um leve cubismo.
Em 1918, estudou pintura na Académie de la Grand Chaumière, tornando-se discípula do pós-impressionista Maurice Denis e do neocubista André Lhote.
Tamara era bela, emancipada, moderna e escandalosa. Seus casos - era bissexual -, causavam escândalo, pois não fazia questão de esconder seu envolvimento com mulheres em círculos de artistas e escritores, como Violet Trefusis, Vita Sackville-West e Colette.
Tadeusz e Tamara separaram-se em 1927 e divorciaram-se no ano seguinte.
Sua vida inclinada aos amigos, amantes, a uma certa devassidão e também a sua filha Kizette - com quem nunca teve um bom relacionamento - fazem parte de suas telas.
Seu estúdio era em sua casa, decorado finamente por sua irmã arquiteta, e onde retratava pessoas importantes da época.
No ano de 1933, Tamara casou-se com o Barão Raoul Kuffner e, em 1939 mudaram-se para Beverly Hills, na California.
Em 1941, após conseguir retirar a filha da Paris ocupada pelos nazistas, expõe suas obras em exposição organizada em Nova Iorque; obras que abordavam temas religiosos e com gente comum. Não foi aceito nem pelo público, nem pela crítica, foi um fracasso; não era o estilo de Tamara. Em 1943, se muda para a Big Apple.
Tentou, também, o abstracionismo e a pintura espatulada por volta de 1960, sem muito sucesso.
Com a morte do marido, em 1962, parou de pintar e se muda, primeiro para Houston, no Texas, e em 1978 para Cuernavaca, no México, aonde vem a falecer, em 1980.
Em seu testamento deixou sua vontade para que suas cinzas fossem lançadas pela filha Kizette sobre o vulcão Popocatepetl. Até nisso foi excêntrica.
No ano de 1933, Tamara casou-se com o Barão Raoul Kuffner e, em 1939 mudaram-se para Beverly Hills, na California.
Em 1941, após conseguir retirar a filha da Paris ocupada pelos nazistas, expõe suas obras em exposição organizada em Nova Iorque; obras que abordavam temas religiosos e com gente comum. Não foi aceito nem pelo público, nem pela crítica, foi um fracasso; não era o estilo de Tamara. Em 1943, se muda para a Big Apple.
Tentou, também, o abstracionismo e a pintura espatulada por volta de 1960, sem muito sucesso.
Com a morte do marido, em 1962, parou de pintar e se muda, primeiro para Houston, no Texas, e em 1978 para Cuernavaca, no México, aonde vem a falecer, em 1980.
Em seu testamento deixou sua vontade para que suas cinzas fossem lançadas pela filha Kizette sobre o vulcão Popocatepetl. Até nisso foi excêntrica.

9 comentários:
Interessantes as pinturas, sendo que imagino que a segunda de baixo para cima seja outro auto-retrato...
Fique com Deus, menina Tais.
Um abraço.
superbe blog!!!! à bientôt
Olá Tais,
Obrigada por trazer-nos a "extravagante" e "excêntrica" Tamara de Lempicka, como foi apelidada.
Além de excelente artista, Tamara não foi mais do que uma mulher avançada para a sua época. Deveria ter nascido um século mais tarde.
As pinturas escolhidas são fantásticas. Um excelente post.
Um beijo amigo.
Adorei as pinturas, belas!Muito ricas em detalhes, e em cores! Pena, que não tenham entendido!
Bjs.
Waleria.
Tais Luso
Sempre gostei de me ir cultivando, pelo lado da arte, da própria história da arte. O blogue tem um departamento, onde expressa um conhecimento enciclopédico. Nesse particular assisti a uma lição. Desta vez, tomando conhecimento de Tamara de Lempinka.
Obrigado!
Daniel
Belos quadros!
Engano com palavras mudas o grito que cala
Esperanças na ponta da lança que fere o peito
Atingindo sentimentos sentidos por defeito
Descritos pelo som da escrita, que por si fala
Passando para agradecer a gentil visita
Retribuindo de uma forma que emana
Em aqui estar e ler sua sublime escrita
E desejar-lhe uma extraordinária semana
O eterno abraço…
-MANZAS-
Elegante a pintura dela. As cores são fortes e possuem uma leveza. Antagônico isso: é forte mas possui leveza! Enfin: ce son des choses de l'art.
Estive por aqui.
Quando se fala de pintura ao estilo Art Déco, o nome de Tamara de Lempicka é sempre um dos primeiros a surgir!
Como definir o seu trabalho? Uma grande intensidade psicológica talvez reflexos dela própria.
Como defini-la a ela? Nada melhor que uma frase dita por si: “ Para aqueles que, como eu, vivem à margem da sociedade, as regras habituais não têm qualquer valor”.
Abraço
Oiii linda, deixo um outro espaço que tenho junto com um amigo para uma visitinha, será neste também muito bem vinda.
http://parceirosdeescrita.blogspot.com
Beijos milll...
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